
É estranho como ao longo dos anos a minha relação com a chuva tem oscilado. Do fascínio adolescente que me fazia passear pelas ruas encharcado a torná-la o tema de um filme (e na altura desconhecia o de Joris Ivens) a senti-la o ano passado como o maior peso da vida, insuportável, marca maior de um cansaço sem recuperação.
Hoje está a chover imenso.
E após um fim de semana onde nem trabalhei tanto quanto devia, mas no qual consegui ter uns lampejos de qualquer cois mais que o filme pode ser, regresso aqui, para estas notas sem grande nexo.
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